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Um apego (desapegado, juro!)

Eu amo ler.
Não costumo ler qualquer coisa, admito.
Gosto de ler para sonhar, viajar, ver outras vidas, outras possibilidades. Sou apaixonada por romances, e de certa forma, eu gosto mesmo é de ficção. Bom, se houver alguma atenção especial para relacionamentos eu já gosto mais, me apaixono junto (haha!). Mas eu acho que já falei sobre isso rs.
Não tenho lido muito, tenho vários livros ali, esperando, esperando, esperando e empoeirando na estante, mas não simplesmente porque não quero: falta tempo também.
Também porque eu não quero.
Eu não quero ler, entrar em uma história em outra vida e sonhar e depois voltar pra minha haha! Ok, drama existencial agora, passou. Mas tô assim, e enrolando descaradamente muitas leituras.
Maaaaas, aí apareceu um livro.
Foi meu primeiro ebook. (Sim, tem hófen, é e-book, mas eu acho palavras com hífen bem ridículas, e ah, você sabe exatamente do que estou falando, então me deixe com a minha estética!).
Eu li, em poucos dias, e tentei ir devagar a partir do segundo capítulo: apenas 175 páginas.
Ok, não adiantou.
Primeiro porque eu não resistia a leitura.
Segundo porque uma hora ia acabar, eu já sabia disso.
E agora acabou.
Ah meu Deus, acabou!
tipo THE END sabe?!
Sério, tô arrasada.
Eu me identifiquei tanto, tanto, tanto, tanto! Parece que ela escreveu o livro sobre o que eu tenho vivido e acrescentou coisas que eu gostaria rs. Maravilhoso, encantador, perfeito do começo ao fim.
Me senti bem com a leitura como se houvesse alguém simplesmente compartilhando da minha vida, e vivesse comigo, mais que me apoiando e ouvindo, mas vivendo de verdade: as dores, indecisões, tudo.
E eu nunca aprendi tanto em 175 páginas.
Mesmo.
Me desculpe Nicholas, mas parece que há uma menina, uma mulher de 23 anos, mineira como eu que consegue ir além de você, consegue chegar aqui. Claro, faço questão de um post apenas para recomendar o livro dela a você. E faço questão de comprar além do ebook o livro físico também (até porque eu preciso haha!).

Obrigada Isabela Freitas, de verdade.
Existem coisas que queremos, queremos muito e outras das quais nós simplesmente precisamos. Eu precisava das suas 175 páginas. E hoje eu quero mais. Eu me quero, mais.

Resenha - "A Culpa é das Estrelas"

Independente de quem seja o culpado, posso garantir que eu o odeio. HAHA! Ok, é brincadeira.
Até porque não há culpado, apenas um certo John Green maravilhoso e encantador! Com certeza ainda escreverei sobre as outras obras dele. 
Bom,  eu li "A Culpa é das estrelas" por muita curiosidade. Tanta gente amando o livro e minha irmã comprou um de presente para uma amiga - uma afronta no mínimo! Ela nunca me deu um livro!  - E eu decidi que ia ler,  e inclui a obra na minha pequena listinha de compras mais em conta pela Internet e li! 
Primeiramente é um livro muito bonito,  fisicamente. Os que compram livro pela capa - como eu as vezes - não se decepcionaram.
E a melhor parte - Eu sei!  O que importa na verdade! - é um livro incrível pela história, pelos detalhes principalmente. Sinto em magoar algumas pessoas mas eu me encantei perdidamente por Hazel Grace, seu jeito é simplesmente, demais. Claro, Augustus Waters é, indescritível e ponto. Acho que realmente não saberia falar sobre ele,  posso apenas dizer que seu modo Gus mexeu comigo. Mas eu não sei porque, toda a história, significou muito pra mim.
"A Culpa é das Estrelas " é um livro sem parte chata,  completamente devorável, mas confesso que li bem devagar para que não acabasse logo - e recomendo isso. É divertido,  triste,  lindo e mudou a minha vida. Mudou porque entrou para a estante dos melhores livros que já vivi - sem exageros,  boas leituras são vividas,  eu me sinto parte da historia e não há como apenas ler, você simplesmente vive tudo junto com as personagens. - e também me fez pensar diferente, pensar que realmente alguns infinitos são menores que outros mas não deixam de ser infinitos.


É um livro que simplesmente recomendo, e não sei explicar bem porquê, recomendaria ele para qualquer pessoa que goste ou não de ler, que goste ler outros gêneros, porque é um livro bom e ponto. E só.

Não há muita coisa pra dizer sobre essa coisa que John Green fez, simplesmente dizer eu li e amei, leia e ame também, HAHA!

Resenha sobre minhas resenhas

Acho que eu não poderia publicar uma resenha sem me introduzir na área, na literatura, explicando bem o que eu quero, meus porquês e quem,  afinal eu sou nesse mundo.
Eu não gostava de ler, e não lia. Minhas leituras eram aquelas obrigatórias pelo colégio, coisas do tipo "A Ilha Perdida " e tal., gostava de história mas não de livros. Até que conheci "Crepúsculo" e também não quis ler,  mas minha mãe quis e eu peguei o livro emprestado com uma amiga. Ela me entregou o livro na aula de educação física e um amigo argumentou pedindo que eu tentasse ler só o primeiro capítulo.
Eu não consegui.
Li toda a saga - Incluindo "A breve segunda vida de Bree Tanner " e não parei mais de ler.
Conheci outros livros de Steph Meyer,  meu amado Nicholas Sparks, Meg Cabot, Suzanne Collins e outros autores que eu particularmente venero hoje.
Em 2013 minha leitura se tornou mais abrangente e outros livros têm me interessado, mas eu sempre me identificarei muiiito com romances e grandes histórias (menos possíveis). 
Acho que com grandes histórias vem grandes poderes,  HAHA!
A partir de agora acho que já tenho coragem para compartilhar minha opinião com vocês e publicar algo que eu só posso chamar de resenha, mas que na minha opinião muito pouco se compara às resenhas que eu já li.  São textos meus, tais os outros que eu posto aqui,  e eu espero que vocês gostem (:

Steph.

"Quando a vida lhe oferece um sonho muito além de todas as suas EXPECTATIVAS, é irracional se lamentar quando isso chega ao fim."

e eu gosto de MMedeiros, muito!

“Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem. Gosto do barulho das páginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio. Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.”
— Martha Medeiros

Do que você é feito?


Sonhos

"Eu sempre soube o quanto ela apreciava livros, tanto que vários daqueles que hoje estão nas estantes foram presentes meus. Ela me disse uma vez que gostava de histórias, sempre gostou, tinha medo de filmes de terror, mas gostava de ouvir alguém contar o roteiro. Para ela era como se tivesse assistido, mas muito mais segura. Um dia, eu perguntei como ela conseguia mergulhar na história, em outra pessoa, em outra vida, e ela me disse que as vezes era a vontade de fugir do próprio mundo, mas não de forma depressiva, era como sonhar. Ao ver aqueles belos olhos negros brilhando com uma sinceridade óbvia eu quis muito que a explicação dela pudesse despertar um gosto pela leitura em mim, uma concentração que eu nunca tive. Beijei sua testa e voltei para meu mundo menos culto, perseguindo um zumbi aqui e outro ali, no meu sonho de videogame"

Nem eu!


Quero bem assim...